Em alguns momentos, eu me sinto com uma corda, que segura, em seu extremos, dois pesos. E que a minha obrigação é juntar seus extremos que se seperam cada vez mais. Em alguns momentos eu sinto que essa corda que, com tanto sacrifício, eu seguro, me estrangula, fazendo com que eu nao consiga gritar para pedir socorro. Mas aí eu me pergunto se é mesmo a corda que me enforca ou são os meus sentimentos , minhas mágoas e meus arrependimentos, me pergunto se eu vou me matando lentamente e passando por uma agonia sem igual. Tal vez essa corda, além de representar esse elo de ligação, represente também o meu passado, meus erros e o meu orgulho, e por isso que vou morrendo, aos poucos. Então, aqui estou ru, sozinho e solitário, sme ninguém para me ajudar com essa corda no pescoço que, como uma cobra, vai me matando, sem direito de pedir socorro.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Livro aberto
Não gosto de mentiras, nem de coisas feitas por baixo dos panos. Não gosto de pessoas falsas, que dizem ser suas amigas só para tirar de ti a sua felicidade. Algumas pessoas dizem que eu sou falso, mentiroso e que gosto de fazer as coisas só para machucar outras pessoas. Mas eu não vou ser idiota e ficar vendo essa gente sendo falsa comigo e me calar. Não que eu seja vingativo, mas eu não sofro em silêncio só para fazer outra pessoa feliz. Se você falou o que queria, agora vai ouvir o que não quer. A minha vida é um livro aberto, não escondo nada de ninguém e não vou aceitar que continuem dizendo coisas ruins de mim. Eu sei que no final eu vou me levantar, olhar dentro do olho de cada um que nao acreditou em mim e dizer: “Eu consegui!”.
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